Qual foi a última vez que sua empresa pensou em: Pacientes?

Qual foi a última vez que sua empresa pensou em: Pacientes?

O mercado de saúde é composto por uma complexa cadeia de prestadores, os quais possuem responsabilidades, diretrizes e custos distintos. Por outro lado, o mercado como um todo, não apenas no setor da saúde, sofre mudanças de comportamento. Mudanças principalmente no que diz respeito à interdependência das partes, no sentido de unir potencialidades para minimizar as fraquezas em conjunto. Mas será que o setor da saúde tem provado esta união orientada ao foco correto?

O melhor remédio para prevenir a hipertensão é a informação

O melhor remédio para prevenir a hipertensão é a informação

Você sabia que a hipertensão é a maior causa de mortes no Brasil? E você sabia que apesar dos inúmeros problemas que a hipertensão pode causar, ela não é difícil de ser tratada e controlada? Basta que o paciente tome diariamente o medicamento correto e siga as instruções do médico.

4 dicas para gerenciar doenças crônicas

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Você sabia que 75% dos brasileiros com mais de 60 anos tem alguma doença crônica? Diabetes, hipertensão, obesidade, são só alguns exemplos de tais doenças...
Mas afinal, o que são doenças crônicas? Como prevenir doenças crônicas? Confira 4 importantes dicas para ter uma vida feliz e saudável mesmo sendo um doente crônico :)

Médico 2.0: A importância de ter Consultórios e Clínicas informatizadas

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O velho bloco de receitas e a a caneta aos poucos vão sendo deixadas de lado pelos profissionais de saúde, muito em virtude da necessidade de informatização de clínicas e consultórios. Mas afinal, quais são os benefícios desse tipo de mudança para os médicos, secretárias e pacientes?

Muitos profissionais de Saúde tem receio em utilizar Softwares para Gestão de Clínicas e Consultórios por acreditarem que terão dificuldade em se adaptar a essa nova ferramenta no dia a dia médico, porém os tempos mudaram, e o que antes eram sistemas complexos e que exigiam horas de treinamento para que os usuários conseguissem usar algumas das funcionalidades se transformaram em sistemas completos e intuitivos, que além de auxiliarem médicos e secretárias na gestão de informações dos pacientes (como prontuário eletrônico, registro de pacientes e exames), também auxiliam os Setores Operacional e Administrativo destes estabelecimentos, controlando receitas, despesas, agendamento de consultas, entre outras funcionalidades.

Segundo reportagem do portal Saúde Business referente a utilização de Sistemas de Prontuário Eletrônico, a adoção no setor público e privado é de 55% e 76%, respectivamente.

Informatizar Clínicas e Consultórios possibilita que profissionais de saúde percam menos tempo com tarefas que não tem relação com sua atividade fim e dessa forma cuidem do que realmente é estratégico  para suas profissões: possibilitar uma experiência de cuidados de saúde de qualidade aos seus pacientes.

Além dos médicos ganharem mais produtividade ao adotarem tais sistemas, diversas novas funcionalidades estão chegando ao mercado para agregar ainda mais valor as consultas e conectar médicos e pacientes até mesmo fora do ambiente clínico, casos por exemplo do App Dr.CUCO, que se conecta aos sistemas de prontuário utilizado pelos médicos e converte de maneira automática as prescrições do médico em lembretes de medicamentos, dessa forma o paciente é lembrado de tomar seus medicamentos no momento certo, bem como as informações podem voltar para o médico avaliar como está sendo o tratamento de cada paciente de maneira individual.

Sisclinica e ProDoctor são alguns dos softwares que podem auxiliar o médico na informatização de seus consultórios e clínicas.

Qual o futuro do setor de saúde? - Health 2.0 Latin America

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O Health 2.0 é o principal evento de inovação em saúde no mundo. Pela segunda vez no Brasil, o Health 2.o está presente em 25 países e é o principal espaço de discussão de novos modelos e novas soluções para os maiores desafios do mercado de saúde. Neste ano o evento irá acontecer nos dias 28 e 29 de setembro em São Paulo/SP e o Dr. CUCO estará presente debatendo novas soluções para melhorar a saúde no mundo!

O encontro, faz parte do Hospital Innovation Show, terá dois dias intensos de palestras e mesas redondas e é parada obrigatória dos principais gestores e profissionais de saúde do Brasil.

Os principais temas são: Wearables, Medication Adherence, Medication Tracking, Behavior Change, Gamification, Ingestible Sensors, Startups, Medical Education, Simulation, Population Health, Health Analytics, Drones, Sensors, Robots e Internet of Things (IoT).

O evento contará com a participação de grandes nomes do setor no Brasil e no Mundo, como CEOs, Presidentes e Diretores de grandes organizações como  Grupo Fleury, Johnson & Johnson Medical, Bradesco Saúde, entre outros.

Acesse a página do evento para saber mais sobre o Health 2.0

Após o evento, iremos contar um pouco mais de como foi a experiência e trazer as principais tendências em saúde para os próximos anos :)

E seus últimos anos de vida, já decidiu como serão?

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Quem nunca sonhou com o futuro? Aliás, quem nunca teve a certeza de que o futuro será maravilhoso? E é justamente isso que nos espera, afinal ter diante de nós novas experiências, ver a família crescendo, viajar, coisas novas acontecendo ... tudo isso é bom demais não é?

Porém, já parou para pensar em um pedaço específico desse seu futuro? Seus últimos 10 anos de vida? Sim? Não?

Bom, de qualquer forma esse video é para você, espero que goste!!

https://youtu.be/Qo6QNU8kHxI

E ai gostou?

Bom pessoal, esse futuro começa agora, cuidar da sua vida nesse momento é o que vai aumentar as chances de ter uma vida incrível do começo ao fim!

Fazer check-ups periódicos, ir ao médico regularmente e ter hábitos saudáveis são muito importantes para vivermos felizes até nossos últimos anos de vida :)

Organizador de Medicamentos para ajudar no seu tratamento médico :)

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Hoje vamos trazer algo diferente para vocês aqui no Blog, um organizador de medicamentos! Sabemos o quanto é difícil organizar nossos medicamentos ou de algum ente querido, especialmente quando nos deparamos com um tratamento complexo e que envolve múltiplos medicamentos que devem ser tomados em diferentes horários.

Bom, o Dr. CUCO está chegando em breve para resolver esse problema, se integrando com os softwares de prescrição digital dos médicos e convertendo em lembretes de medicamentos diretamente no App do paciente.

Porém como ainda estamos em testes apenas com alguns usuários e médicos, resolvemos criar uma planilha para organizar seus medicamentos :)

Gostou? Baixe aqui

 

 

 

Qual é o futuro do prontuário eletrônico dos pacientes?

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Palavras como softwares e hardwares estão cada vez mais inseridos no vocabulário dos médicos, fruto de um crescimento acelerado no emprego de TI no setor de saúde.

Uma das maiores mudanças nos últimos anos é o uso cada vez mais recorrente dos chamados EHRs - Electronic Health Record, onde no Brasil é muito associado ao PEP - Prontuário Eletrônico do Paciente. Segundo pesquisa feita pela ONC - Office of the National Coordinator for Health Information Technology, nos EUA 80% dos médicos usam ou pretendem usar um sistema de prontuário eletrônico nos próximos anos. Infelizmente no Brasil não existem pesquisas e dados sobre o uso de softwares de saúde pelos médicos, porém é importante avaliar como os sistemas de saúde tem se difundido no meio médico, seja para facilitar a vida do médico na organização do consultório ou para melhorar a qualidade do atendimento e da consulta para os pacientes.

Os sistemas de prontuário eletrônico mudaram muito ao longo dos anos, antes caros e complicados de se usar pelos médicos, agora passam por processos de redução de preços, em virtude do aumento da concorrência no setor, e de melhoria de interface e integração com outros sistemas de saúde, porém a grande mudança na vida de médicos e pacientes ainda está por vir.

É cada vez mais consenso dentro do setor que a responsabilidade pelo cuidado de saúde para com os pacientes pacientes não é mais apenas de um único médico, mas também de familiares, enfermeiras, cuidadores, outros médicos e dos próprios pacientes, os quais devem trabalhar em conjunto para melhorar a saúde. Para isso, os softwares de saúde devem, em um futuro próximo, se integrarem entre si para cruzarem diversas informações de saúde que permitam avaliar melhor o quadro clínico de cada paciente e possibilitar o envolvimento de diversas pessoas no processo de engajamento do tratamento médico, funcionando como uma grande rede neural artificial, de modo a captar dados individuais dos pacientes por wearables e smartphones, dos médicos por meio do prontuário eletrônico e de dados populacionais de bases do governo para gerar informações importantes para a tomada de decisão médica.

O futuro segue para esse caminho e já começamos a ver os primeiros passos dessa nova geração de softwares de saúde, casos por exemplo do Dr. CUCO, que se integra com softwares de prontuário e prescrição digital do mercado e envia o tratamento médico do paciente diretamente para o smartphone do mesmo, permitindo que o mesmo tenha seu histórico de medicações sempre a mão, seja avisado no momento certo que deve tomar seus medicamentos e permite que familiares, médicos e cuidadores acompanhem o tratamento remotamente.

O futuro sem fio da medicina, o que seu celular tem a ver com isso?

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O segmento da saúde passa por uma grande transformação, onde não apenas médicos e enfermeiros são os responsáveis por trazer saúde aos pacientes, mas também tudo que possa conectar o sistema de saúde, informações médicas, profissionais do setor, os pacientes e também seus familiares e amigos.

Como criar algo que possa criar essa conexão entre os pacientes e toda a rede de saúde e que possa ajudá-lo na busca pela qualidade de vida e saúde? Integrar informações vindas desses meios é o primeiro ponto, porém estimular que familiares e amigos participem do tratamento médico das pessoas também é fundamental para uma nova era de saúde que está por vir.

Em um dos posts anteriores, foram apresentados os wearables e como eles podem auxiliar as pessoas no cuidado de saúde, porém agora traremos os dispositivos mais importantes para que esse futuro sem fio da medicina finalmente chegue ao mundo, são os celulares e smartphones.

Utilizados em todo o mundo pelos mais variados públicos, independente de classe social, idade, gênero ou religião, é consenso que grande parte do mundo está conectado por meio desses dispositivos, o que os torna o meio mais democrático e simples para ligar os diversos atores e informações de saúde em prol de uma Saúde 2.0.

Bom, hoje vamos trazer um video de Eric Topol no TED, autor do livro "The Creative Destruction of Medicine" (Destruição Criativa da Medicina), professor de genômica e um dos maiores especialistas em medicina inovadora.

http://www.ted.com/talks/eric_topol_the_wireless_future_of_medicine?language=pt-br#t-189765

Fiquem de olho no Blog, em breve teremos mais novidades :)

E se quiser saber mais de Bigdata, Crowdsource e Apps, acesso o nosso post:

Crowdsource, BigData e Apps na área médica, o que prometem para o futuro da Saúde?

O custo da saúde brasileira

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As últimas semanas foram intensas para o time do Dr. CUCO. Participamos da maior feira da saúde da America Latina - Hospitalar, fomos uma das startups escolhidas para participar do Circuito Internacional Einstein de Startups, organizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, e seguimos no desenvolvimento de parcerias com grandes players do setor de saúde. Porém, depois de conversar com grandes nomes do mercado de saúde brasileiro, queremos trazer um tema que está muito em foco nessas últimas semanas; o custo da saúde brasileira e como seguimos para um caminho de custos insustentáveis se não fizermos algumas reformulações no setor, não apenas no que tange o setor público de saúde, mas também o de planos privados e hospitais.

O tema é tão relevante que ganhou a capa da revista Exame da última semana com o artigo: Quanto custa a sua saúde?.

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Logo de cara a matéria da Exame afirma, o Brasil vai gastar em 2015 mais de 10% do PIB com saúde e a maior parte dessa conta é paga pelo setor privado. Seria uma boa notícia se os recursos fossem usados de forma mais eficiente, não é mesmo?

Embora os custos ligados à área médica subam em todo mundo, são poucos os países que tem reajustes de despesas de saúde que são superiores ao índice brasileiro, o qual girou em torno de 16% em 2014.

Deste valor, 60% dos gastos de saúde brasileiros estão ligados ao setor privado, que contempla cerca de 52 milhões de brasileiros segurados por provedores de saúde privados.

Os gastos elevados com saúde no Brasil não são recentes, decorrem de muitos anos de má gestão ou falta do emprego de novas políticas e tecnologias para o setor, porém só agora empresas e provedores de saúde começam a dar mais atenção ao tema, visto que em função da redução do faturamento dos mesmos, originados de uma retração da economia brasileira, os gastos com saúde de funcionários e clientes vem comprometendo cada vez mais as finanças das empresas. Segundo pesquisa da consultoria Towers Watson com seus próprios clientes, o gasto com saúde privada saiu de uma média de 7,6% da folha salarial, em 2014, para 11,4%, em 2014. A Towers Watson prevê que se essa tendência de alta se manter, a expectativa é que nos próximos 20 anos o gasto médio girará em torno de 25%.

Uma alternativa para reduzir esses números é uma restruturação da forma como provedores lidam com o modelo de pagamento de gastos médicos, onde ao invés de pagar médicos, clínicas e hospitais de sua rede por número de consultas, internações ou procedimentos, pretende iniciar-se um processo de restruturação com foco na melhoria da qualidade e voltado a saúde dos pacientes, pagando seus parceiros por metas e por tipo de diagnóstico, evitando gastos desnecessários com procedimentos, medicamentos ou materiais desnecessários.

Uma reformulação na forma de acompanhamento dos pacientes é vital para reduzir esses custos e permitir uma melhora na qualidade de vida de seus clientes. Focar esforços na medicina preventiva e na adesão ao tratamento de seus pacientes é a melhor maneira de reduzir as doenças crônicas e posteriormente os custos que venham a surgir no médio e longo prazo ocasionados por tratamentos ineficazes.

Grandes empresas como a GE começam a ver a importância dos médicos dedicarem mais atenção aos seus pacientes e os benefícios que ações como essa trazem para reduzir exames e internações desnecessárias. A GE paga até 4 vezes o que os planos pagam por consulta aos médicos de seus funcionários, de maneira a garantir uma melhor qualidade e acompanhamento da saúde dos mesmos. Como resultado, a empresa vê seus gastos com saúde cairem 8% ao ano desde 2009, indo na contramão da tendência da saúde brasileira.

O mercado americano, conhecido mundialmente por ser um dos país com os custos de saúde mais elevados do mundo vê surgir em sua própria casa exemplos de provedores de saúde que entenderam a receita para reduzir custos e ainda sim melhorar a qualidade de vida e da experiência médica de seus pacientes, é o caso por exemplo da Kaiser Permanente, que preza pela eficiência de todo seu sistema de saúde e que hoje atende 9,6 milhões de clientes em oito estados americanos, gerando só no ano passado receitas em torno de 56 Bilhões de dólares e sem esquecer do cuidado aos seus pacientes.

Provedores de saúde vem se remodelando e novas empresas estão surgindo para auxilia-los na melhoria do sistema de saúde brasileiro e mundial para os próximos anos e mesmo com esse cenário de mudanças, uma coisa é certa, o sistema de saúde vai passar por uma das maiores reformulações de sua história e vai ser para melhor, trazendo mais qualidade nos cuidados de saúde de seus pacientes :)

Feira Hospitalar 2015, o que esperar de uma das maiores feiras de saúde da América Latina

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Na próxima semana ocorrerá uma das maiores feiras internacionais do setor de saúde, a Hospitalar 2015, nos pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. A Feira une Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, onde além de lançar no mercado as mais importantes novidades do setor, se consolida como o maior evento especializado nesta área em toda a America Latina.

O evento contará com 1.250 expositores e a previsão é de que 91.000 profissionais visitem o evento, incluindo pesquisadores, dirigentes hospitalares, enfermeiros, médicos e outros profissionais que atuam em áreas relacionadas à saúde.

Logo abaixo é possível conhecer um pouco mais do perfil dos visitantes da feira.

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E a Startup Dr. CUCO não vai ficar de fora deste grande evento! Estaremos presentes nos dias 19, 20 e 21 de maio. Quer saber um pouco mais da nossa plataforma de prescrições digitais e lembretes automáticos? É só entrar em contato com a gente :)

  • contato@drcuco.com.br
  • Gustavo Comitre - Chief Product Officer - (48)9662-1388 - Skype: gustavo_comitre
  • Lívia Cunha - Chief Operation Officer - Skype: livia-cunha

Quer saber mais da feira Hospitalar? Acesse os links oficiais do evento: Informações Gerais

Facebook da Hospitalar

 

 

 

 

 

 

As startups que estão inovando no mercado de saúde americano

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Os Estados Unidos é pioneiro quando falamos de startups e novas tendências tecnológicas que são exportadas para o mundo. Agora a bola da vez é o segmento de saúde, no qual os americanos estão trazendo inovações para a melhoria da saúde dos pacientes e redução de custos do setor, visto que o custo de saúde americano é um dos mais caros do mundo. A cada dia surge uma infinidade de startups com produtos inovadores para a área de saúde americana, porém neste post vamos comentar um pouco das principais startups do setor, que já estão alcançando um volume mais alto de usuários e potencial de expandir o seu raio de atuação de mercado.

Hoje falaremos de 3 startups que atuam no cenário americano: Oscar Health, Doctor on Demand e Medisafe.

Oscar Health

Com o intuito de criar um novo conceito de seguro de saúde associado ao emprego de novas tecnologias na área de saúde, os fundadores buscam entregar aos pacientes uma nova experiência de cuidados médicos, transparente, intuitiva e baseada no design e utilização de tecnologias para facilitar a vida de seus pacientes/clientes.

Os diferenciais da Oscar são a oferta de recursos de telemedicina ilimitados aos seus clientes, bem como checkups, medicamentos genéricos e vacinas de gripe sem necessidade de prescrição e sem aquela burocracia comum de planos e seguros de saúde. Além disso, oferecem um dispositivo wearable, da Misfit Wearables, para cada um de seus clientes. Por conseguir acompanhar o nível de atividades físicas e de saúde dos seus usuários através de wearables, a empresa fornece descontos aos clientes que batem suas metas de saúde.

Esse modelo despertou o interesse de grandes investidores, sendo que o aporte de investimentos gira em torno de US$145 Milhões de dólares de fundos como Goldman Sachs, Founders Fund, dentre outros.

https://youtu.be/kfMRRPLMzfs

Doctor on Demand

A Doctor on Demand pretende fazer com que os smartphone e computadores substituam as consultas convencionais.

Eles criaram um sistema de consultas online através de videoconferência que permite aos pacientes realizarem consultas com seus médicos diretamente de seus smartphones (a partir dos Apps para Android ou IOS da empresa). Com uma interface simples e intuitiva, o sistema permite reduzir os custos das consultas médicas e ainda facilitar a vida dos pacientes, que podem se consultar com médicos a qualquer hora e em qualquer lugar.

Para garantir a qualidade do serviço, ao final de toda consulta o paciente avalia o médico a partir de uma nota, de maneira a garantir a qualidade do serviço.

A empresa ganhou a atenção de muitos investidores, que acreditam que a telemedicina pode ser uma tendência muito forte para o futuro da saúde, entre eles está Richard Branson, fundador do Virgin Group.

https://www.youtube.com/watch?v=60Jzrmia6fQ

Medisafe

Embora seja uma startup israelense, a empresa atua no mercado americano com a proposta de um App (tanto para Android  quanto IOS) para lembrar os usuários o momento certo de tomar seus remédios.

O aplicativo é gratuito, sem publicidade, e seu objetivo é construir uma base significativa de usuários para que no futuro essas informações possam ser trabalhadas junto a provedores de saúde e indústria farmacêutica.

https://www.youtube.com/watch?v=ZwRXMSfbdck

Quer conhecer mais startups de saúde? Fique por dentro dos nossos próximos posts aqui no Blog :)

 

Telemedicina: a revolução da saúde sem sair de casa!

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A distância geográfica entre as pessoas e locais atualmente não pode mais ser considerada um fator limitante para que dois pontos, ou mais, estejam 24h conectados. As novas formas de comunicação e possibilidades de interatividade geradas por avanços na área de TIC provocam uma grande transformação na vida das pessoas, tanto social quanto culturalmente. No setor da saúde, esta tendência não poderia ser diferente. Já pensou em não precisar sair de casa para que seu médico te atenda? Medical Doctor holding a world globe in her hands as medical network concept

Além das tendências já citadas aqui no blog como os wearables, outras formas de conectar pacientes e médicos surgem a medida que as pessoas sentem-se confortáveis com a ideia de não precisarem interagir pessoalmente para que alguns problemas relacionados à saúde sejam percebidos e até mesmo amenizados. Dentro desta forte tendência de conexão entre estes dois importantes agentes da saúde, surge a telemedicina. Mas, o que é isso?

Segundo a OMS, a Telemedicina nada mais é do que a oferta de serviços na área da saúde em ocasiões em que a distância torna-se um fator críticos entre agentes do sistema, tornando então possível a assistência e cobertura de serviços do setor. Os serviços são ofertados por profissionais da área da saúde e a conexão na telemedicina é feita pelo uso de tecnologias da informação e comunicação com o intuito de intercambiar informações úteis ao diagnóstico, prevenção e ao tratamento de doenças. A telemedicina vem sendo utilizada ainda para pesquisas e avaliações de situações na área médica, a partir do intercâmbio de informações, soluções e resultados de casos e tratamentos.

A presidente do Healthcare Intelligence Network, Melanie Matthews, afirma que a área da Telemedicina está entre as áreas com maior crescimento no setor da saúde e a perscpetiva de crescimento não só nos EUA, mas em todo o mundo, demonstra-se constante e significativa. Abaixo é possível conferir um infográfico com números trazidos pelo site Healthcare Intelligence Network:

TelemedicineMarketGrowth

Os benefícios do uso da Telemedicina, tanto para os pacientes quanto para os operadores de saúde, comunidade médica e hospitais, tem chamado atenção de grandes players do mercado Healthcare. É o caso da operadora UnitedHealhcare, que anunciou parceria com três grandes prestadores deste serviço nos Estados Unidos – Non Clinic, DoctorDemand e American Well – afim de oferecer o benefício da telemedicina a seus pacientes e ainda reduzir significativamente os custos relacionados aos cuidados com pacientes dentro de hospitais. As consultas oferecidas por estas plataformas, que custavam em torno de US$40 , agora farão parte do plano de saúde oferecido pela UnitedHealthcare, e seus beneficiários poderão usufruir deste novo tipo de serviço sempre que preciso.

Além das plataformas citadas, surgem ainda outros players no mercado americano que tem demonstrado impactos significativos para o setor. É o caso do Teladoc, Healthtap e Oscar, que oferecem diferentes serviços de interatividade entre médicos e pacientes fora do ambiente do consultório e conquistam o olhar de investidores, provedores de saúde principalmente de pacientes, que agora tem uma alternativa que se adeque a esse novo estilo “conectado 24/7 ao mundo sem sair de casa” de ser.

E no Brasil? Como esta tendência vem sendo aproveitada? Fique de olho e confira em nosso próximo post!

 

 

5 Tendências Globais na Saúde que não podemos deixar de lado!

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Segundo o Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum), na área da saúde existem 5 grandes Tendências Globais que vão orientar o futuro da saúde no mundo, são elas:

1. Os custos com cuidados na saúde estão chegando a níveis insustentáveis.

Os custos envolvidos no cuidado à saúde ultrapassaram o crescimento econômico em uma média de 2% nos países da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e as economias emergentes estão começando a enfrentar desafios semelhantes. Segundo informações do WEF, em 2022, até um terço de todas as despesas de saúde globais ocorrerão em economias emergentes. Esta elevação nos custos fará com que o setor passe por uma grande transformação, principalmente na forma como os stakeholders públicos e privados agem para prestar cuidados de saúde.

Uma nova abordagem baseada em soluções rápidas, visionárias e que desenvolvam parcerias entre os players de saúde permitirá criar, em especial nos países emergentes, sistemas de saúde mais focados em resultados, sustentabilidade financeira e na satisfação das pessoas.

2.A Indústria da Saúde não pode entregar saúde sozinha.

Por motivos que incluem a falta de trabalhadores qualificados e o desequilíbrio dos investimentos entre cuidados agudos de saúde, cuidados primários e cuidados domiciliares, o setor de saúde pode enfrentar limitações em particular quando se trata de prevenção da população e de customização médica para cada paciente. É este último quesito que pode permitir uma mudança radical na antes tradicional indústria da saúde, ativando o empowerment individual e o acesso a dados e informações individuais dos pacientes que permitirão a customização de serviços médicos para cada indivíduo.

De acordo com a Rock Health, um importante fundo de Seed e Venture Capital, o setor de Venture Capital investiu um recorde de  US$ 2,3 Bilhões de dólares em empresas de saúde digital no primeiro semestre de 2014. A Rock Health identificou as 6 principais tecnologias na saúde a serem financiadas: softwares para administrar o pagamento de seguros (US$211 Milhões), coleta de dados e análise de informações (US$ 196 Milhões), ferramentas para consumidores adquirirem cuidados e planos de saúde ( US$ 193 Milhões), softwares para ajudarem os provedores de saúde a acompanhar a saúde e o tratamento eficaz dos pacientes (US$162 Milhões); e softwares para adequar os tratamentos médicos às informações genéticas dos pacientes (US$150 Milhões).

3.O Smartphone se tornará uma das ferramentas mais poderosas para o acesso à Saúde.

Eles serão utilizados pelos pacientes para acessar as informações em tempo real sobre a própria saúde e terão acesso a registros médicos completos, comportamentos ligados ao estilo de vida, dieta, atividades físicas e adesão ao tratamento. Além disso, os smartphones serão um dos mais importantes instrumentos médicos para os profissionais da saúde, tanto em países de alta quanto de baixa renda.

4. A Saúde dominará as 10 principais tecnologias emergentes.

Nos últimos anos, cerca de metade das 10 melhores tecnologias emergentes elencadas pelo Fórum Econômico Mundial tem relação com a Saúde ou irá impactá-la de forma significativa, como por exemplo, as novas gerações de robótica, inteligência artificial, engenharia genética, tecnologias vestíveis (wearables), dentre outros.

5. Investir em uma vida saudável gera retorno para o governo, para as empresas e para a sociedade.

Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial e da área de Saúde Pública da Universidade de Harvard afirma que a Índia irá perder cerca de US$ 4,58 Trilhões de dólares entre 2012 e 2030 por conta de doenças não trasmissíveis e transtornos mentais, praticamente o dobro do PIB anual indiano.

Mas a Índia não está sozinha, outros países tem problemas parecidos. A vantagem em meio a este problema é que essas perdas podem ser evitadas através de intervenções de base populacional, gerando um retorno promissor sobre o investimento (ROI) tanto para governo quanto para empresas e sociedade.

A prevenção é uma das melhores intervenções para melhorar a saúde populacional. Segundo o mesmo Fórum que analisou seis formas de intervenção voltadas a prevenção de doenças não transmissíveis e seus respectivos ROIs (Return on Investment), os mesmos apontaram retornos que variaram entre 90% e 3700%. Além de significativos resultados em questões econômicas, o maior bem de todos é o impacto positivo na saúde e na qualidade de vida da população.

 

 

 

Como é a oferta de saúde no mundo?

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Você sabe como funcionam e quais são os modelos de administração de saúde pública encontrados ao redor do mundo?Bem, antes de falarmos do funcionamento dos sistemas de saúde em cada país, é importante compreender dois conceitos, o da universalização e da segmentação da saúde.

  • Universal: deve atingir amplamente e irrestritamente a todos os cidadãos, independentemente da classe social, com financiamento público e alcançando uma enorme gama de vertentes da saúde. O sistema privado ficaria com a parte suplementar, por exemplo, tratamentos e procedimentos específicos.
  • Segmentação: atinge nichos distintos da sociedade, por exemplo, os com baixa renda ou um determinado grupo profissional. Neste modelo, o público e o privado se misturam na sociedade, tanto na questão do financiamento, quanto no atendimento dos pacientes. Basicamente um completa o outro.

Entendido isso, vamos falar um pouco sobre os modelos vigentes no mundo...

No Brasil, como em grande parte dos países, prevalece o modelo universal, onde todos podem e devem ser atendidos em hospitais públicos, fazer consultas com especialistas, exames laboratoriais, cirurgias, entre outros procedimentos independente da classe social. Tudo de graça.

Os países desenvolvidos utilizam o modelo universal em sua maioria, porém cada um com suas peculiaridades. No Canadá, por exemplo, a maior parte dos serviços de saúde são universais, porém procedimentos mais específicos ficam por conta do setor privado. Na França, 96% dos franceses são atendidos pelo setor público, porém caso o paciente opte por um médico com honorários acima do estipulado pelo sistema público, fica a cargo do paciente arcar com a diferença.

Os Estados Unidos é o exemplo mais famoso de país desenvolvido que utiliza um modelo segmentado. Nele, a maioria dos serviços de saúde são cobertos pelo setor privado, porém a população americana tem dois sistemas públicos; o Medicaid e o Medicare. O primeiro é destinado a população mais pobre do país ,e o segundo a idosos. Juntos, eles cobrem cerca de 1/4 da população americana.

Fica claro que dificilmente um país utiliza apenas um modelo, porém um deles prevalece sobre o outro.

Logo abaixo é possível visualizar uma tabela que apresenta o percentual do gasto público em relação ao gasto total em saúde em determinados países:

Fonte: Organização Mundial da Saúde (2006)

Percebe-se que embora o Brasil tenha uma prevalência do modelo Universal, a porcentagem dos gastos públicos sobre os gastos totais é inferior aos gastos privados, o que nos questiona: qual o motivo para isso ocorrer?

Baixo aporte de recursos do governo, baixa eficiência do setor de saúde pública brasileira, má administração dos gastos, baixa qualidade no atendimento, entre outros exemplos fazem com que a população busque nos planos de saúde privados uma alternativa para atender os cuidados de saúde que precisam.

 

 

Crowdsource, BigData e Apps na área médica, o que prometem para o futuro da Saúde?

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Hoje nosso post vai ser um pouco diferente e ao invés de trazermos textos sobre o assunto que vamos falar, vamos apresentar videos do TED para vocês. Para quem não sabe, o TED - Technology, Entertainment, Design, é uma fundação privada sem fins lucrativos com o objetivo de disseminar novas ideias pelo mundo em videos curtos.

Crowdsource e BigData são muito comentados quando o assunto são novas tecnologias, mas será que é possível adaptá-los para o universo da Medicina? E mais, será que podem promover melhorias neste meio da saúde no futuro?

Antes de apresentarmos alguns vídeos muito legais sobre a integração entre Crowdsourcing, BigData e Medicina, vamos para uma rápida definição sobre essas palavras:

Crowdsource - A tradução ao pé da letra remete a uma fonte de informações oriundas de uma multidão, ou seja, Crowdsourcing são pessoas que se unem para resolver problemas de maneira conjunta, criarem conteúdo, produtos, encontrar soluções e muito mais.

BigData - Análise de grandes quantidades de dados para a geração de resultados importantes que, em volumes menores, dificilmente seriam alcançados.

1 - O primeiro video que vamos mostrar diz respeito ao Crowdsourcing na Saúde, compartilhamento de informações entre pacientes e médicos para aumentar o engajamento, e aplicativos criados com os conceitos de Crowdsourcing:

http://www.ted.com/talks/lucien_engelen_crowdsource_your_health#t-137150

 

2- Daniel Kraft fala sobre o futuro da saúde,BigData e como os Apps vão melhorar a nossa saúde:

http://www.ted.com/talks/daniel_kraft_medicine_s_future

 

3- Em seu video no TED, John Wilbanks nos conta sobre a importância de compartilharmos dados de saúde e os benefícios que isso gera para nós mesmos e para toda a população.Nunca tivemos acesso a tantas tecnologias que permitissem isso, então a hora é agora:

http://www.ted.com/talks/john_wilbanks_let_s_pool_our_medical_data#t-167545

É isso pessoal, espero que tenham gostado e fiquem de olho em nosso Blog pois em breve teremos mais conteúdo interessante sobre tecnologias na saúde :)

Engajamento de pacientes no tratamento médico, problema ou oportunidade?

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É constatado que pacientes que estão mais ativamente envolvidos com os cuidados relacionados ao tratamento médico têm resultados mais satisfatórios e impactam em menores custos para o sistema de saúde. Em meio a esta realidade, provedores do segmento, como Governo e planos de saúde, começam a buscar novas maneiras de engajar seus pacientes na busca pela melhoria de seus tratamentos médicos e, consequentemente, torná-los mais saudáveis. Você sabe o custo de oportunidade que está relacionado ao gap de medicação e tratamento dos pacientes? Segundo pesquisa realizada pelo IMS Institute of Healthcare Informatics, este custo gira em torno de US$ 213 Bilhões de dólares apenas nos Estados Unidos, representando 8% dos gastos de saúde americano.

Logo abaixo é possível verificar as áreas que mais necessitam de melhorias para reduzir os custos de saúde do mercado americano:

Analisando essas oportunidades, fica claro a indispensabilidade de engajar os pacientes a seguirem o tratamento da maneira correta e para isso, surge a necessidade do desenvolvimento de ferramentas adequadas para o tratamento desses usuários, possibilitando assim uma mudança de paradigmas no cenário de saúde dos pacientes.

Organizações de saúde podem construir portais de pacientes para melhorar a educação e o acesso a informações sobre doenças e tratamentos médicos, enquanto startups surgem para desenvolver novos aplicativos e plataformas para acompanhar os pacientes e fornecer dados para agentes de saúde, permitindo que os mesmos possam agir na melhoria do tratamento de seus pacientes gerando resultados aos provedores de saúde e aos usuários a médio e longo prazo.

Os maiores exemplos de engajamento de tratamentos médicos que impactam  na redução de custos de saúde são de usuários que possuem doenças crônicas, já que por necessitarem de cuidados especiais de saúde e medicação por praticamente toda a vida, a medicação adequada evitará inúmeros gastos como hospitalizações, cirurgias e outros procedimentos que podem ser facilmente evitados apenas com o tratamento médico seguido conforme prescrito.

Exemplo de percentual de redução de gastos médicos associados ao aumento de 1% na adesão ao tratamento prescrito a doentes crônicos, segundo a CBO - Congressional Budget Office:

Redução nos custos médicos associados ao aumento de 1% na adesão ao tratamento

 

É importante destacar que fatores como crenças, culturas e regulações vindas tanto dos pacientes quanto de organizações e da sociedade influenciam no aumento ou redução do engajamento dos pacientes.

Mesmo com alguns fatores externos que podem impedir o processo de engajamento dos pacientes, a articulação entre todos os atores envolvidos é fundamental para que este processo ocorra com sucesso, já que não basta, por exemplo, que apenas o médico participe desse processo, sendo necessário que pacientes e até mesmo planos de saúde auxiliem o mesmo. Pacientes e familiares devem evitar que o tratamento seja interrompido antes do término previsto e planos de saúde devem desenvolver indicadores e fornecer ferramentas adequadas para auxiliar seus médicos no processo de acompanhamento e melhoria contínua dos tratamentos.

Para que tudo isso funcione, é fundamental que exista interesse e participação por parte dos pacientes, o que pode apresentar certa resistência. Porém, quando os principais atores envolvidos no sistema de saúde começarem as mudanças e adesão às novas tecnologias, veremos uma grande melhoria na saúde da população e aumento da expectativa de vida, assim como uma economia considerável nos gastos do sistema de saúde.

 

As tecnologias assistivas na vida dos Idosos

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Amparados por fatores que levam ao aumento na expectativa de vida, o número de brasileiros acima de 65 anos deve quadruplicar até 2060 segundo dados do IBGE. Com isso, cresce a necessidade de suporte e cuidados com essa parcela representativa da população, em especial nos serviços ligados à saúde. Somado a isso podemos perceber a mudança no perfil dos idosos no mundo. Antes com muitos filhos e familiares morando nas mesmas casas ou próximos de suas residências, hoje os idosos se deparam com uma realidade bem diferente na qual muitos vivem sozinhos e acabam tornando-se mais independentes. No entanto, em alguns momentos a população idosa precisa de monitoramento de questões relativas à saúde, e ainda de certos cuidados especiais que podem ser realizados por profissionais da saúde ou cuidadores.

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Percebe-se, todavida, que os cuidados especiais à idosos esbarram nos custos envolvidos na contratação de cuidadores, que acabam sendo um impeditivo para grande parte da população. Sendo assim, é fundamental a inserção de tecnologias assistivas para o bom acompanhamento dessa faixa etária da população, o que possibilita que os mesmos tenham maior autonomia, sem abrir mão do monitoramento fundamental nesta fase da vida.

Por terem como uma de suas características a falta de conhecimento na utilização de tecnologias, o desenvolvimento de produtos, softwares e wearables para esse grupo deve levar em consideração aspectos como o design universal, ergonomia de produto e usabilidade. Além disso, é fundamental que esses produtos forneçam informações para terceiros, como familiares e amigos, facilitando que haja uma intervenção rápida em caso de algum problema.

Pulseiras que avisam familiares em caso de queda do idoso, sistemas de alertas e tecnologias de telemonitoramento são exemplos de formas de emprego de tecnologias para o acompanhamento de idosos e melhoria da qualidade de vida dos mesmos.

Embora essas tecnologias ainda estejam se popularizando e ganhando escalabilidade, a redução nos gastos com idosos ao utilizá-las já é imensa se comparado ao salário de cuidadores. Enquanto pulseiras de monitoramento tem um custo mensal que parte dos R$100,00 reais, um cuidador não sai por menos de R$ 1.500,00 reais ao mês. Claro que dependendo do nível de cuidados especiais que o idoso necessita, essas tecnologias não substituem os cuidadores, mas em muitos casos as tecnologias assistivas podem ser boas alternativas e até mesmo aliadas dos métodos convencionais para o melhor acompanhamento deste público.

E você? Como faz para se manter próximo de seus familiares que necessitam de cuidados especiais?

Não deixe de conferir o nosso próximo post, onde vamos falar de engajamento de pacientes e aumento na adesão do tratamento de pacientes através de novas tecnologias!!