Qual foi a última vez que sua empresa pensou em: Pacientes?

O mercado de saúde é composto por uma complexa cadeia de prestadores, os quais possuem responsabilidades, diretrizes e custos distintos. Por outro lado, o mercado como um todo, não apenas no setor da saúde, sofre mudanças de comportamento. Mudanças principalmente no que diz respeito à interdependência das partes, no sentido de unir potencialidades para minimizar as fraquezas em conjunto. Mas será que o setor da saúde tem provado esta união orientada ao foco correto?

Independentemente do setor atuante, uma empresa deveria desenvolver suas soluções e orientar sua operação ao cliente. Identificando as necessidades, desejos e resolvendo problemas reais enfrentados pelos mesmos. Isto parece óbvio, não é mesmo? 

Mas refletindo um pouco sobre mercado, quem são de fato os clientes da saúde? Em um primeiro momento podemos pensar que os clientes são as empresas que desejam prover saúde e qualidade de vida a seus funcionários, e certamente esta resposta parece lógica. No entanto, clientes, em 2016, não podem apenas ser considerados aqueles que adquirem produtos ou serviços com determinada frequência, sendo o ponto mais importante para a sobrevivência de uma organização. Para que uma empresa de saúde sobreviva nos dias de hoje, o cliente é, ainda, a pessoa mais importante, mas diferente de um contexto histórico, o cliente não mais depende da empresa, a empresa sim é quem depende do cliente! 

Você, fornecedor ou provedor de saúde, ja pensou bem sobre isso? Se ainda não pensou, convido vocês a pensarem que seus clientes devem ser em primeiro lugar: seus pacientes! 

Sabemos que o paciente diagnosticado com uma doença crônica tem uma jornada composta por diferentes prestadores, desde o diagnóstico, até o acompanhamento dos resultados. Nesta jornada, é natural que o brasileiro busque alternativas economicamente viáveis e que melhor atendam às suas necessidades. Por outro lado, o que se vê é uma cadeia de prestadores perdendo seus clientes para “concorrentes”  e, ao mesmo tempo, aumentando consideravelmente o custo por vida e despesas assistências da carteira. Os clientes, mesmo com novas alternativas, continuam insatisfeito e isto é extremamente crítico para nosso setor. 

O grande fato é: os pacientes são o elo mais importante de toda a cadeia, mas a cadeia fragmentada desta forma pouco pensa com praticidade para de fato prover e promover sua saúde.

Acredito que apenas quando as empresas de saúde tornarem-se “Patientcentric”, como gostamos de falar em nossa startup de engajamento de pacientes Dr.CUCO, os resultados serão muito melhores para o setor como um todo. 

Afinal de contas, um cliente satisfeito pode transformar a história de um setor e até mesmo de uma economia e, no caso da saúde, o resultado é ainda melhor: um cliente satisfeito significa uma vida, com mais sorrisos e maior qualidade!