Dr- CUCO

Organizador de Medicamentos para ajudar no seu tratamento médico :)

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Hoje vamos trazer algo diferente para vocês aqui no Blog, um organizador de medicamentos! Sabemos o quanto é difícil organizar nossos medicamentos ou de algum ente querido, especialmente quando nos deparamos com um tratamento complexo e que envolve múltiplos medicamentos que devem ser tomados em diferentes horários.

Bom, o Dr. CUCO está chegando em breve para resolver esse problema, se integrando com os softwares de prescrição digital dos médicos e convertendo em lembretes de medicamentos diretamente no App do paciente.

Porém como ainda estamos em testes apenas com alguns usuários e médicos, resolvemos criar uma planilha para organizar seus medicamentos :)

Gostou? Baixe aqui

 

 

 

Qual é o futuro do prontuário eletrônico dos pacientes?

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Palavras como softwares e hardwares estão cada vez mais inseridos no vocabulário dos médicos, fruto de um crescimento acelerado no emprego de TI no setor de saúde.

Uma das maiores mudanças nos últimos anos é o uso cada vez mais recorrente dos chamados EHRs - Electronic Health Record, onde no Brasil é muito associado ao PEP - Prontuário Eletrônico do Paciente. Segundo pesquisa feita pela ONC - Office of the National Coordinator for Health Information Technology, nos EUA 80% dos médicos usam ou pretendem usar um sistema de prontuário eletrônico nos próximos anos. Infelizmente no Brasil não existem pesquisas e dados sobre o uso de softwares de saúde pelos médicos, porém é importante avaliar como os sistemas de saúde tem se difundido no meio médico, seja para facilitar a vida do médico na organização do consultório ou para melhorar a qualidade do atendimento e da consulta para os pacientes.

Os sistemas de prontuário eletrônico mudaram muito ao longo dos anos, antes caros e complicados de se usar pelos médicos, agora passam por processos de redução de preços, em virtude do aumento da concorrência no setor, e de melhoria de interface e integração com outros sistemas de saúde, porém a grande mudança na vida de médicos e pacientes ainda está por vir.

É cada vez mais consenso dentro do setor que a responsabilidade pelo cuidado de saúde para com os pacientes pacientes não é mais apenas de um único médico, mas também de familiares, enfermeiras, cuidadores, outros médicos e dos próprios pacientes, os quais devem trabalhar em conjunto para melhorar a saúde. Para isso, os softwares de saúde devem, em um futuro próximo, se integrarem entre si para cruzarem diversas informações de saúde que permitam avaliar melhor o quadro clínico de cada paciente e possibilitar o envolvimento de diversas pessoas no processo de engajamento do tratamento médico, funcionando como uma grande rede neural artificial, de modo a captar dados individuais dos pacientes por wearables e smartphones, dos médicos por meio do prontuário eletrônico e de dados populacionais de bases do governo para gerar informações importantes para a tomada de decisão médica.

O futuro segue para esse caminho e já começamos a ver os primeiros passos dessa nova geração de softwares de saúde, casos por exemplo do Dr. CUCO, que se integra com softwares de prontuário e prescrição digital do mercado e envia o tratamento médico do paciente diretamente para o smartphone do mesmo, permitindo que o mesmo tenha seu histórico de medicações sempre a mão, seja avisado no momento certo que deve tomar seus medicamentos e permite que familiares, médicos e cuidadores acompanhem o tratamento remotamente.

O futuro sem fio da medicina, o que seu celular tem a ver com isso?

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O segmento da saúde passa por uma grande transformação, onde não apenas médicos e enfermeiros são os responsáveis por trazer saúde aos pacientes, mas também tudo que possa conectar o sistema de saúde, informações médicas, profissionais do setor, os pacientes e também seus familiares e amigos.

Como criar algo que possa criar essa conexão entre os pacientes e toda a rede de saúde e que possa ajudá-lo na busca pela qualidade de vida e saúde? Integrar informações vindas desses meios é o primeiro ponto, porém estimular que familiares e amigos participem do tratamento médico das pessoas também é fundamental para uma nova era de saúde que está por vir.

Em um dos posts anteriores, foram apresentados os wearables e como eles podem auxiliar as pessoas no cuidado de saúde, porém agora traremos os dispositivos mais importantes para que esse futuro sem fio da medicina finalmente chegue ao mundo, são os celulares e smartphones.

Utilizados em todo o mundo pelos mais variados públicos, independente de classe social, idade, gênero ou religião, é consenso que grande parte do mundo está conectado por meio desses dispositivos, o que os torna o meio mais democrático e simples para ligar os diversos atores e informações de saúde em prol de uma Saúde 2.0.

Bom, hoje vamos trazer um video de Eric Topol no TED, autor do livro "The Creative Destruction of Medicine" (Destruição Criativa da Medicina), professor de genômica e um dos maiores especialistas em medicina inovadora.

http://www.ted.com/talks/eric_topol_the_wireless_future_of_medicine?language=pt-br#t-189765

Fiquem de olho no Blog, em breve teremos mais novidades :)

E se quiser saber mais de Bigdata, Crowdsource e Apps, acesso o nosso post:

Crowdsource, BigData e Apps na área médica, o que prometem para o futuro da Saúde?

O custo da saúde brasileira

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As últimas semanas foram intensas para o time do Dr. CUCO. Participamos da maior feira da saúde da America Latina - Hospitalar, fomos uma das startups escolhidas para participar do Circuito Internacional Einstein de Startups, organizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, e seguimos no desenvolvimento de parcerias com grandes players do setor de saúde. Porém, depois de conversar com grandes nomes do mercado de saúde brasileiro, queremos trazer um tema que está muito em foco nessas últimas semanas; o custo da saúde brasileira e como seguimos para um caminho de custos insustentáveis se não fizermos algumas reformulações no setor, não apenas no que tange o setor público de saúde, mas também o de planos privados e hospitais.

O tema é tão relevante que ganhou a capa da revista Exame da última semana com o artigo: Quanto custa a sua saúde?.

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Logo de cara a matéria da Exame afirma, o Brasil vai gastar em 2015 mais de 10% do PIB com saúde e a maior parte dessa conta é paga pelo setor privado. Seria uma boa notícia se os recursos fossem usados de forma mais eficiente, não é mesmo?

Embora os custos ligados à área médica subam em todo mundo, são poucos os países que tem reajustes de despesas de saúde que são superiores ao índice brasileiro, o qual girou em torno de 16% em 2014.

Deste valor, 60% dos gastos de saúde brasileiros estão ligados ao setor privado, que contempla cerca de 52 milhões de brasileiros segurados por provedores de saúde privados.

Os gastos elevados com saúde no Brasil não são recentes, decorrem de muitos anos de má gestão ou falta do emprego de novas políticas e tecnologias para o setor, porém só agora empresas e provedores de saúde começam a dar mais atenção ao tema, visto que em função da redução do faturamento dos mesmos, originados de uma retração da economia brasileira, os gastos com saúde de funcionários e clientes vem comprometendo cada vez mais as finanças das empresas. Segundo pesquisa da consultoria Towers Watson com seus próprios clientes, o gasto com saúde privada saiu de uma média de 7,6% da folha salarial, em 2014, para 11,4%, em 2014. A Towers Watson prevê que se essa tendência de alta se manter, a expectativa é que nos próximos 20 anos o gasto médio girará em torno de 25%.

Uma alternativa para reduzir esses números é uma restruturação da forma como provedores lidam com o modelo de pagamento de gastos médicos, onde ao invés de pagar médicos, clínicas e hospitais de sua rede por número de consultas, internações ou procedimentos, pretende iniciar-se um processo de restruturação com foco na melhoria da qualidade e voltado a saúde dos pacientes, pagando seus parceiros por metas e por tipo de diagnóstico, evitando gastos desnecessários com procedimentos, medicamentos ou materiais desnecessários.

Uma reformulação na forma de acompanhamento dos pacientes é vital para reduzir esses custos e permitir uma melhora na qualidade de vida de seus clientes. Focar esforços na medicina preventiva e na adesão ao tratamento de seus pacientes é a melhor maneira de reduzir as doenças crônicas e posteriormente os custos que venham a surgir no médio e longo prazo ocasionados por tratamentos ineficazes.

Grandes empresas como a GE começam a ver a importância dos médicos dedicarem mais atenção aos seus pacientes e os benefícios que ações como essa trazem para reduzir exames e internações desnecessárias. A GE paga até 4 vezes o que os planos pagam por consulta aos médicos de seus funcionários, de maneira a garantir uma melhor qualidade e acompanhamento da saúde dos mesmos. Como resultado, a empresa vê seus gastos com saúde cairem 8% ao ano desde 2009, indo na contramão da tendência da saúde brasileira.

O mercado americano, conhecido mundialmente por ser um dos país com os custos de saúde mais elevados do mundo vê surgir em sua própria casa exemplos de provedores de saúde que entenderam a receita para reduzir custos e ainda sim melhorar a qualidade de vida e da experiência médica de seus pacientes, é o caso por exemplo da Kaiser Permanente, que preza pela eficiência de todo seu sistema de saúde e que hoje atende 9,6 milhões de clientes em oito estados americanos, gerando só no ano passado receitas em torno de 56 Bilhões de dólares e sem esquecer do cuidado aos seus pacientes.

Provedores de saúde vem se remodelando e novas empresas estão surgindo para auxilia-los na melhoria do sistema de saúde brasileiro e mundial para os próximos anos e mesmo com esse cenário de mudanças, uma coisa é certa, o sistema de saúde vai passar por uma das maiores reformulações de sua história e vai ser para melhor, trazendo mais qualidade nos cuidados de saúde de seus pacientes :)

Feira Hospitalar 2015, o que esperar de uma das maiores feiras de saúde da América Latina

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Na próxima semana ocorrerá uma das maiores feiras internacionais do setor de saúde, a Hospitalar 2015, nos pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. A Feira une Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, onde além de lançar no mercado as mais importantes novidades do setor, se consolida como o maior evento especializado nesta área em toda a America Latina.

O evento contará com 1.250 expositores e a previsão é de que 91.000 profissionais visitem o evento, incluindo pesquisadores, dirigentes hospitalares, enfermeiros, médicos e outros profissionais que atuam em áreas relacionadas à saúde.

Logo abaixo é possível conhecer um pouco mais do perfil dos visitantes da feira.

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E a Startup Dr. CUCO não vai ficar de fora deste grande evento! Estaremos presentes nos dias 19, 20 e 21 de maio. Quer saber um pouco mais da nossa plataforma de prescrições digitais e lembretes automáticos? É só entrar em contato com a gente :)

  • contato@drcuco.com.br
  • Gustavo Comitre - Chief Product Officer - (48)9662-1388 - Skype: gustavo_comitre
  • Lívia Cunha - Chief Operation Officer - Skype: livia-cunha

Quer saber mais da feira Hospitalar? Acesse os links oficiais do evento: Informações Gerais

Facebook da Hospitalar

 

 

 

 

 

 

5 Tendências Globais na Saúde que não podemos deixar de lado!

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Segundo o Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum), na área da saúde existem 5 grandes Tendências Globais que vão orientar o futuro da saúde no mundo, são elas:

1. Os custos com cuidados na saúde estão chegando a níveis insustentáveis.

Os custos envolvidos no cuidado à saúde ultrapassaram o crescimento econômico em uma média de 2% nos países da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e as economias emergentes estão começando a enfrentar desafios semelhantes. Segundo informações do WEF, em 2022, até um terço de todas as despesas de saúde globais ocorrerão em economias emergentes. Esta elevação nos custos fará com que o setor passe por uma grande transformação, principalmente na forma como os stakeholders públicos e privados agem para prestar cuidados de saúde.

Uma nova abordagem baseada em soluções rápidas, visionárias e que desenvolvam parcerias entre os players de saúde permitirá criar, em especial nos países emergentes, sistemas de saúde mais focados em resultados, sustentabilidade financeira e na satisfação das pessoas.

2.A Indústria da Saúde não pode entregar saúde sozinha.

Por motivos que incluem a falta de trabalhadores qualificados e o desequilíbrio dos investimentos entre cuidados agudos de saúde, cuidados primários e cuidados domiciliares, o setor de saúde pode enfrentar limitações em particular quando se trata de prevenção da população e de customização médica para cada paciente. É este último quesito que pode permitir uma mudança radical na antes tradicional indústria da saúde, ativando o empowerment individual e o acesso a dados e informações individuais dos pacientes que permitirão a customização de serviços médicos para cada indivíduo.

De acordo com a Rock Health, um importante fundo de Seed e Venture Capital, o setor de Venture Capital investiu um recorde de  US$ 2,3 Bilhões de dólares em empresas de saúde digital no primeiro semestre de 2014. A Rock Health identificou as 6 principais tecnologias na saúde a serem financiadas: softwares para administrar o pagamento de seguros (US$211 Milhões), coleta de dados e análise de informações (US$ 196 Milhões), ferramentas para consumidores adquirirem cuidados e planos de saúde ( US$ 193 Milhões), softwares para ajudarem os provedores de saúde a acompanhar a saúde e o tratamento eficaz dos pacientes (US$162 Milhões); e softwares para adequar os tratamentos médicos às informações genéticas dos pacientes (US$150 Milhões).

3.O Smartphone se tornará uma das ferramentas mais poderosas para o acesso à Saúde.

Eles serão utilizados pelos pacientes para acessar as informações em tempo real sobre a própria saúde e terão acesso a registros médicos completos, comportamentos ligados ao estilo de vida, dieta, atividades físicas e adesão ao tratamento. Além disso, os smartphones serão um dos mais importantes instrumentos médicos para os profissionais da saúde, tanto em países de alta quanto de baixa renda.

4. A Saúde dominará as 10 principais tecnologias emergentes.

Nos últimos anos, cerca de metade das 10 melhores tecnologias emergentes elencadas pelo Fórum Econômico Mundial tem relação com a Saúde ou irá impactá-la de forma significativa, como por exemplo, as novas gerações de robótica, inteligência artificial, engenharia genética, tecnologias vestíveis (wearables), dentre outros.

5. Investir em uma vida saudável gera retorno para o governo, para as empresas e para a sociedade.

Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial e da área de Saúde Pública da Universidade de Harvard afirma que a Índia irá perder cerca de US$ 4,58 Trilhões de dólares entre 2012 e 2030 por conta de doenças não trasmissíveis e transtornos mentais, praticamente o dobro do PIB anual indiano.

Mas a Índia não está sozinha, outros países tem problemas parecidos. A vantagem em meio a este problema é que essas perdas podem ser evitadas através de intervenções de base populacional, gerando um retorno promissor sobre o investimento (ROI) tanto para governo quanto para empresas e sociedade.

A prevenção é uma das melhores intervenções para melhorar a saúde populacional. Segundo o mesmo Fórum que analisou seis formas de intervenção voltadas a prevenção de doenças não transmissíveis e seus respectivos ROIs (Return on Investment), os mesmos apontaram retornos que variaram entre 90% e 3700%. Além de significativos resultados em questões econômicas, o maior bem de todos é o impacto positivo na saúde e na qualidade de vida da população.

 

 

 

Crowdsource, BigData e Apps na área médica, o que prometem para o futuro da Saúde?

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Hoje nosso post vai ser um pouco diferente e ao invés de trazermos textos sobre o assunto que vamos falar, vamos apresentar videos do TED para vocês. Para quem não sabe, o TED - Technology, Entertainment, Design, é uma fundação privada sem fins lucrativos com o objetivo de disseminar novas ideias pelo mundo em videos curtos.

Crowdsource e BigData são muito comentados quando o assunto são novas tecnologias, mas será que é possível adaptá-los para o universo da Medicina? E mais, será que podem promover melhorias neste meio da saúde no futuro?

Antes de apresentarmos alguns vídeos muito legais sobre a integração entre Crowdsourcing, BigData e Medicina, vamos para uma rápida definição sobre essas palavras:

Crowdsource - A tradução ao pé da letra remete a uma fonte de informações oriundas de uma multidão, ou seja, Crowdsourcing são pessoas que se unem para resolver problemas de maneira conjunta, criarem conteúdo, produtos, encontrar soluções e muito mais.

BigData - Análise de grandes quantidades de dados para a geração de resultados importantes que, em volumes menores, dificilmente seriam alcançados.

1 - O primeiro video que vamos mostrar diz respeito ao Crowdsourcing na Saúde, compartilhamento de informações entre pacientes e médicos para aumentar o engajamento, e aplicativos criados com os conceitos de Crowdsourcing:

http://www.ted.com/talks/lucien_engelen_crowdsource_your_health#t-137150

 

2- Daniel Kraft fala sobre o futuro da saúde,BigData e como os Apps vão melhorar a nossa saúde:

http://www.ted.com/talks/daniel_kraft_medicine_s_future

 

3- Em seu video no TED, John Wilbanks nos conta sobre a importância de compartilharmos dados de saúde e os benefícios que isso gera para nós mesmos e para toda a população.Nunca tivemos acesso a tantas tecnologias que permitissem isso, então a hora é agora:

http://www.ted.com/talks/john_wilbanks_let_s_pool_our_medical_data#t-167545

É isso pessoal, espero que tenham gostado e fiquem de olho em nosso Blog pois em breve teremos mais conteúdo interessante sobre tecnologias na saúde :)

Wearables, o que são e o que prometem na Saúde?

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Se você costuma pesquisar tecnologias e informações de saúde na internet certamente já se deparou com os chamados Wearables! Uma enxurrada de empresas vem surgindo com a promessa de apresentar novos dispositivos wearables, mas afinal o que são e o que mudarão em nossas vidas? Os Wearables são dispositivos vestíveis, ou seja, dispositivos que podem ser facilmente acoplados ao nosso corpo, como pulseiras, relógios, óculos, lentes de contato, roupas, entre outros. Estes vestíveis possuem hardwares que utilizam tecnologias para captar dados ou melhorar a experiência do usuário em diferentes aspectos.

Inicialmente os Wearables chegaram ao mercado vindo de empresas nascentes, Fitbit, Jawbone e Peeble, que perceberam a oportunidade de trabalhar como alguns nichos de mercado como Fitness por exemplo. Dado o sucesso dos vestíveis nestes nichos, rapidamente despertou-se o interesse das gigantes da tecnologia em investirem no setor, como Samsung, Apple e Microsoft, ampliando assim o leque de oportunidades para esse tipo de dispositivos.

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Mas afinal o que esses dispositivos podem trazer de tão interessante aos consumidores? Dados de saúde como batimentos cardíacos, calorias, passos e tempo de atividade física em cada momento do dia que até então eram medidos apenas em consultórios, agora podem ser captados em tempo real, provendo constante e simultaneamente informações até então nunca imagináveis.

Essas informações, acompanhadas de um bom tratamento médico, auxiliam o médico e o paciente no controle da redução de peso, redução dos índices de glicêmia e colesterol no sangue e a melhoria do quadro clínico de diversas doenças crônicas.

Além disso, os dados captados por esses dispositivos podem auxiliar em outras áreas como acesso a promoções, entretenimento, lugares próximos por geolocalização, entre outras funcionalidades.

Segundo uma pesquisa da PWC, esta primeira leva de dispositivos vestíveis tendem a ser utilizados por jovens do sexo masculino com idade de 18 a 34 anos, porém uma nova leva voltada tanto a homens quanto mulheres de uma faixa etária acima, entre 35 a 54 anos, está por vir. Além disso, segundo a mesma pesquisa, a cada 3 americanos, 1 tem interesse em comprar um dispositivo wearable.

Logo abaixo é possível verificar quais tipos de informações os consumidores gostariam de receber a partir de tecnologias wearables:

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Segundo a mesma pesquisa realizada pela PWC, podemos verificar os dispositivos wearables que os consumidores demonstraram mais interesse em adquirir nos próximos 12 meses:

Dispositivos mais utilizados nos próximos 12 meses

É consenso que o segmento mais afetado com os Wearables é o de Saúde, o grande desafio das empresas de tecnologia é fazer com que provedores de saúde, médicos e pacientes compreendam as possibilidades de melhorias que esses dispositivos podem oferecer e passem a utilizá-los de maneira massiva.

Além disso, em um futuro próximo, os Wearables terão que apresentar aos usuários não apenas dados, mas também insights e análises mais complexas aos pacientes e médicos, desta forma, o investimento apenas em hardwares não será suficiente, sendo fundamental o direcionamento de investimentos para softwares que possibilitem integrar médicos, hospitais, clínicas e pacientes, e que estimulem o engajamento dos pacientes a melhorarem a saúde, trazendo integração social entre usuários.

Você conheceu um pouco mais sobre o mundo dos wearables, mas fique ligado, em um próximo post falaremos com mais detalhes sobre como os provedores de saúde podem utilizar os wearables para melhorar a saúde dos pacientes e ainda reduzir custos  :)

 

Integração entre médicos e pacientes: o futuro está próximo!

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A tecnologia na área da saúde deixou de ser uma realidade apenas em grandes hospitais e passou a estar presente também no dia a dia das clínicas e consultórios. Os avanços recorrentes na área de E-Health possibilitam que o médico tenha uma infinidade de informações dos pacientes para um melhor diagnóstico,além de auxiliar na redução de custos, melhorar a qualidade do tratamento médico e permitir analisar informações externas ao consultório. Para difundir ainda mais as novas tecnologias na área da saúde, as plataformas que vem surgindo neste setor nos últimos tempos chegam justamente para romper as barreiras de distância entre o consultório e a casa dos pacientes. O acesso a estas plataformas substitui a necessidade de um médico? A resposta é não. O trabalho do médico não é substituído, uma vez que continua fundamental a análise do quadro clínico dos pacientes, a conscientização do tratamento a ser seguido e, ainda, a prescrição de medicamentos.

Percebe-se que as plataformas de E-Health servem para facilitar o trabalho diário do médico, provendo informações sobre a saúde do paciente por meio de dispositivos inteligentes conectados às rotinas diárias de cada usuário, como por exemplo os wearables (confira o que são e como vão revolucionar a medicina em nosso próximo post) e até mesmo os celulares.

Embora a integração de informações médicas com as informações pessoais disponibilizadas por pacientes seja o futuro do setor de E-Health, essa tendência ainda se depara com algumas dificuldades como por exemplo as barreiras legais da utilização de informações pessoais para laudos clínicos, dificuldade de acesso e uso de tecnologias por idosos e grupos com menor poder aquisitivo.

Em paralelo, muitos pacientes demonstram-se favoráveis a estas tendências, criando o que chamamos de e-patients. Os e-patients podem ser definidos como pacientes que tem interesse em colaborar e até participam de seu próprio cuidado médico, utilizando a internet e as plataformas de saúde para pesquisar e melhorar a sua saúde, considerando-se parceiros dos médicos no processo de transformação da saúde.

Mas afinal, o que tudo isso muda para os pacientes? A integração na saúde e o acesso de dados individuais dos pacientes por parte dos médicos, personaliza e otimiza o diagnóstico clínico para cada usuário, já que informações que antes dificilmente poderiam ser mensuradas em tempo real, como por exemplo pressão arterial, oxigenação do sangue, tempo de atividades físicas diário, agora são facilmente incorporadas às variáveis utilizadas na avaliação e decisão do tratamento médico de cada paciente.

Diante de todas as dúvidas sobre o futuro dessas transformações no mercado da saúde, tem-se uma certeza; a melhoria da qualidade de vida e da saúde da população mundial!

 

 

Em nossos próximos posts iremos falar um pouco mais sobre o futuro dos dispositivos de captura de informações pessoais, como por exemplo os Wearables!!