E-Health

E seus últimos anos de vida, já decidiu como serão?

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Quem nunca sonhou com o futuro? Aliás, quem nunca teve a certeza de que o futuro será maravilhoso? E é justamente isso que nos espera, afinal ter diante de nós novas experiências, ver a família crescendo, viajar, coisas novas acontecendo ... tudo isso é bom demais não é?

Porém, já parou para pensar em um pedaço específico desse seu futuro? Seus últimos 10 anos de vida? Sim? Não?

Bom, de qualquer forma esse video é para você, espero que goste!!

https://youtu.be/Qo6QNU8kHxI

E ai gostou?

Bom pessoal, esse futuro começa agora, cuidar da sua vida nesse momento é o que vai aumentar as chances de ter uma vida incrível do começo ao fim!

Fazer check-ups periódicos, ir ao médico regularmente e ter hábitos saudáveis são muito importantes para vivermos felizes até nossos últimos anos de vida :)

O custo da saúde brasileira

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As últimas semanas foram intensas para o time do Dr. CUCO. Participamos da maior feira da saúde da America Latina - Hospitalar, fomos uma das startups escolhidas para participar do Circuito Internacional Einstein de Startups, organizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, e seguimos no desenvolvimento de parcerias com grandes players do setor de saúde. Porém, depois de conversar com grandes nomes do mercado de saúde brasileiro, queremos trazer um tema que está muito em foco nessas últimas semanas; o custo da saúde brasileira e como seguimos para um caminho de custos insustentáveis se não fizermos algumas reformulações no setor, não apenas no que tange o setor público de saúde, mas também o de planos privados e hospitais.

O tema é tão relevante que ganhou a capa da revista Exame da última semana com o artigo: Quanto custa a sua saúde?.

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Logo de cara a matéria da Exame afirma, o Brasil vai gastar em 2015 mais de 10% do PIB com saúde e a maior parte dessa conta é paga pelo setor privado. Seria uma boa notícia se os recursos fossem usados de forma mais eficiente, não é mesmo?

Embora os custos ligados à área médica subam em todo mundo, são poucos os países que tem reajustes de despesas de saúde que são superiores ao índice brasileiro, o qual girou em torno de 16% em 2014.

Deste valor, 60% dos gastos de saúde brasileiros estão ligados ao setor privado, que contempla cerca de 52 milhões de brasileiros segurados por provedores de saúde privados.

Os gastos elevados com saúde no Brasil não são recentes, decorrem de muitos anos de má gestão ou falta do emprego de novas políticas e tecnologias para o setor, porém só agora empresas e provedores de saúde começam a dar mais atenção ao tema, visto que em função da redução do faturamento dos mesmos, originados de uma retração da economia brasileira, os gastos com saúde de funcionários e clientes vem comprometendo cada vez mais as finanças das empresas. Segundo pesquisa da consultoria Towers Watson com seus próprios clientes, o gasto com saúde privada saiu de uma média de 7,6% da folha salarial, em 2014, para 11,4%, em 2014. A Towers Watson prevê que se essa tendência de alta se manter, a expectativa é que nos próximos 20 anos o gasto médio girará em torno de 25%.

Uma alternativa para reduzir esses números é uma restruturação da forma como provedores lidam com o modelo de pagamento de gastos médicos, onde ao invés de pagar médicos, clínicas e hospitais de sua rede por número de consultas, internações ou procedimentos, pretende iniciar-se um processo de restruturação com foco na melhoria da qualidade e voltado a saúde dos pacientes, pagando seus parceiros por metas e por tipo de diagnóstico, evitando gastos desnecessários com procedimentos, medicamentos ou materiais desnecessários.

Uma reformulação na forma de acompanhamento dos pacientes é vital para reduzir esses custos e permitir uma melhora na qualidade de vida de seus clientes. Focar esforços na medicina preventiva e na adesão ao tratamento de seus pacientes é a melhor maneira de reduzir as doenças crônicas e posteriormente os custos que venham a surgir no médio e longo prazo ocasionados por tratamentos ineficazes.

Grandes empresas como a GE começam a ver a importância dos médicos dedicarem mais atenção aos seus pacientes e os benefícios que ações como essa trazem para reduzir exames e internações desnecessárias. A GE paga até 4 vezes o que os planos pagam por consulta aos médicos de seus funcionários, de maneira a garantir uma melhor qualidade e acompanhamento da saúde dos mesmos. Como resultado, a empresa vê seus gastos com saúde cairem 8% ao ano desde 2009, indo na contramão da tendência da saúde brasileira.

O mercado americano, conhecido mundialmente por ser um dos país com os custos de saúde mais elevados do mundo vê surgir em sua própria casa exemplos de provedores de saúde que entenderam a receita para reduzir custos e ainda sim melhorar a qualidade de vida e da experiência médica de seus pacientes, é o caso por exemplo da Kaiser Permanente, que preza pela eficiência de todo seu sistema de saúde e que hoje atende 9,6 milhões de clientes em oito estados americanos, gerando só no ano passado receitas em torno de 56 Bilhões de dólares e sem esquecer do cuidado aos seus pacientes.

Provedores de saúde vem se remodelando e novas empresas estão surgindo para auxilia-los na melhoria do sistema de saúde brasileiro e mundial para os próximos anos e mesmo com esse cenário de mudanças, uma coisa é certa, o sistema de saúde vai passar por uma das maiores reformulações de sua história e vai ser para melhor, trazendo mais qualidade nos cuidados de saúde de seus pacientes :)

Feira Hospitalar 2015, o que esperar de uma das maiores feiras de saúde da América Latina

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Na próxima semana ocorrerá uma das maiores feiras internacionais do setor de saúde, a Hospitalar 2015, nos pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. A Feira une Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, onde além de lançar no mercado as mais importantes novidades do setor, se consolida como o maior evento especializado nesta área em toda a America Latina.

O evento contará com 1.250 expositores e a previsão é de que 91.000 profissionais visitem o evento, incluindo pesquisadores, dirigentes hospitalares, enfermeiros, médicos e outros profissionais que atuam em áreas relacionadas à saúde.

Logo abaixo é possível conhecer um pouco mais do perfil dos visitantes da feira.

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E a Startup Dr. CUCO não vai ficar de fora deste grande evento! Estaremos presentes nos dias 19, 20 e 21 de maio. Quer saber um pouco mais da nossa plataforma de prescrições digitais e lembretes automáticos? É só entrar em contato com a gente :)

  • contato@drcuco.com.br
  • Gustavo Comitre - Chief Product Officer - (48)9662-1388 - Skype: gustavo_comitre
  • Lívia Cunha - Chief Operation Officer - Skype: livia-cunha

Quer saber mais da feira Hospitalar? Acesse os links oficiais do evento: Informações Gerais

Facebook da Hospitalar

 

 

 

 

 

 

Telemedicina: a revolução da saúde sem sair de casa!

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A distância geográfica entre as pessoas e locais atualmente não pode mais ser considerada um fator limitante para que dois pontos, ou mais, estejam 24h conectados. As novas formas de comunicação e possibilidades de interatividade geradas por avanços na área de TIC provocam uma grande transformação na vida das pessoas, tanto social quanto culturalmente. No setor da saúde, esta tendência não poderia ser diferente. Já pensou em não precisar sair de casa para que seu médico te atenda? Medical Doctor holding a world globe in her hands as medical network concept

Além das tendências já citadas aqui no blog como os wearables, outras formas de conectar pacientes e médicos surgem a medida que as pessoas sentem-se confortáveis com a ideia de não precisarem interagir pessoalmente para que alguns problemas relacionados à saúde sejam percebidos e até mesmo amenizados. Dentro desta forte tendência de conexão entre estes dois importantes agentes da saúde, surge a telemedicina. Mas, o que é isso?

Segundo a OMS, a Telemedicina nada mais é do que a oferta de serviços na área da saúde em ocasiões em que a distância torna-se um fator críticos entre agentes do sistema, tornando então possível a assistência e cobertura de serviços do setor. Os serviços são ofertados por profissionais da área da saúde e a conexão na telemedicina é feita pelo uso de tecnologias da informação e comunicação com o intuito de intercambiar informações úteis ao diagnóstico, prevenção e ao tratamento de doenças. A telemedicina vem sendo utilizada ainda para pesquisas e avaliações de situações na área médica, a partir do intercâmbio de informações, soluções e resultados de casos e tratamentos.

A presidente do Healthcare Intelligence Network, Melanie Matthews, afirma que a área da Telemedicina está entre as áreas com maior crescimento no setor da saúde e a perscpetiva de crescimento não só nos EUA, mas em todo o mundo, demonstra-se constante e significativa. Abaixo é possível conferir um infográfico com números trazidos pelo site Healthcare Intelligence Network:

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Os benefícios do uso da Telemedicina, tanto para os pacientes quanto para os operadores de saúde, comunidade médica e hospitais, tem chamado atenção de grandes players do mercado Healthcare. É o caso da operadora UnitedHealhcare, que anunciou parceria com três grandes prestadores deste serviço nos Estados Unidos – Non Clinic, DoctorDemand e American Well – afim de oferecer o benefício da telemedicina a seus pacientes e ainda reduzir significativamente os custos relacionados aos cuidados com pacientes dentro de hospitais. As consultas oferecidas por estas plataformas, que custavam em torno de US$40 , agora farão parte do plano de saúde oferecido pela UnitedHealthcare, e seus beneficiários poderão usufruir deste novo tipo de serviço sempre que preciso.

Além das plataformas citadas, surgem ainda outros players no mercado americano que tem demonstrado impactos significativos para o setor. É o caso do Teladoc, Healthtap e Oscar, que oferecem diferentes serviços de interatividade entre médicos e pacientes fora do ambiente do consultório e conquistam o olhar de investidores, provedores de saúde principalmente de pacientes, que agora tem uma alternativa que se adeque a esse novo estilo “conectado 24/7 ao mundo sem sair de casa” de ser.

E no Brasil? Como esta tendência vem sendo aproveitada? Fique de olho e confira em nosso próximo post!

 

 

5 Tendências Globais na Saúde que não podemos deixar de lado!

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Segundo o Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum), na área da saúde existem 5 grandes Tendências Globais que vão orientar o futuro da saúde no mundo, são elas:

1. Os custos com cuidados na saúde estão chegando a níveis insustentáveis.

Os custos envolvidos no cuidado à saúde ultrapassaram o crescimento econômico em uma média de 2% nos países da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e as economias emergentes estão começando a enfrentar desafios semelhantes. Segundo informações do WEF, em 2022, até um terço de todas as despesas de saúde globais ocorrerão em economias emergentes. Esta elevação nos custos fará com que o setor passe por uma grande transformação, principalmente na forma como os stakeholders públicos e privados agem para prestar cuidados de saúde.

Uma nova abordagem baseada em soluções rápidas, visionárias e que desenvolvam parcerias entre os players de saúde permitirá criar, em especial nos países emergentes, sistemas de saúde mais focados em resultados, sustentabilidade financeira e na satisfação das pessoas.

2.A Indústria da Saúde não pode entregar saúde sozinha.

Por motivos que incluem a falta de trabalhadores qualificados e o desequilíbrio dos investimentos entre cuidados agudos de saúde, cuidados primários e cuidados domiciliares, o setor de saúde pode enfrentar limitações em particular quando se trata de prevenção da população e de customização médica para cada paciente. É este último quesito que pode permitir uma mudança radical na antes tradicional indústria da saúde, ativando o empowerment individual e o acesso a dados e informações individuais dos pacientes que permitirão a customização de serviços médicos para cada indivíduo.

De acordo com a Rock Health, um importante fundo de Seed e Venture Capital, o setor de Venture Capital investiu um recorde de  US$ 2,3 Bilhões de dólares em empresas de saúde digital no primeiro semestre de 2014. A Rock Health identificou as 6 principais tecnologias na saúde a serem financiadas: softwares para administrar o pagamento de seguros (US$211 Milhões), coleta de dados e análise de informações (US$ 196 Milhões), ferramentas para consumidores adquirirem cuidados e planos de saúde ( US$ 193 Milhões), softwares para ajudarem os provedores de saúde a acompanhar a saúde e o tratamento eficaz dos pacientes (US$162 Milhões); e softwares para adequar os tratamentos médicos às informações genéticas dos pacientes (US$150 Milhões).

3.O Smartphone se tornará uma das ferramentas mais poderosas para o acesso à Saúde.

Eles serão utilizados pelos pacientes para acessar as informações em tempo real sobre a própria saúde e terão acesso a registros médicos completos, comportamentos ligados ao estilo de vida, dieta, atividades físicas e adesão ao tratamento. Além disso, os smartphones serão um dos mais importantes instrumentos médicos para os profissionais da saúde, tanto em países de alta quanto de baixa renda.

4. A Saúde dominará as 10 principais tecnologias emergentes.

Nos últimos anos, cerca de metade das 10 melhores tecnologias emergentes elencadas pelo Fórum Econômico Mundial tem relação com a Saúde ou irá impactá-la de forma significativa, como por exemplo, as novas gerações de robótica, inteligência artificial, engenharia genética, tecnologias vestíveis (wearables), dentre outros.

5. Investir em uma vida saudável gera retorno para o governo, para as empresas e para a sociedade.

Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial e da área de Saúde Pública da Universidade de Harvard afirma que a Índia irá perder cerca de US$ 4,58 Trilhões de dólares entre 2012 e 2030 por conta de doenças não trasmissíveis e transtornos mentais, praticamente o dobro do PIB anual indiano.

Mas a Índia não está sozinha, outros países tem problemas parecidos. A vantagem em meio a este problema é que essas perdas podem ser evitadas através de intervenções de base populacional, gerando um retorno promissor sobre o investimento (ROI) tanto para governo quanto para empresas e sociedade.

A prevenção é uma das melhores intervenções para melhorar a saúde populacional. Segundo o mesmo Fórum que analisou seis formas de intervenção voltadas a prevenção de doenças não transmissíveis e seus respectivos ROIs (Return on Investment), os mesmos apontaram retornos que variaram entre 90% e 3700%. Além de significativos resultados em questões econômicas, o maior bem de todos é o impacto positivo na saúde e na qualidade de vida da população.

 

 

 

Integração entre médicos e pacientes: o futuro está próximo!

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A tecnologia na área da saúde deixou de ser uma realidade apenas em grandes hospitais e passou a estar presente também no dia a dia das clínicas e consultórios. Os avanços recorrentes na área de E-Health possibilitam que o médico tenha uma infinidade de informações dos pacientes para um melhor diagnóstico,além de auxiliar na redução de custos, melhorar a qualidade do tratamento médico e permitir analisar informações externas ao consultório. Para difundir ainda mais as novas tecnologias na área da saúde, as plataformas que vem surgindo neste setor nos últimos tempos chegam justamente para romper as barreiras de distância entre o consultório e a casa dos pacientes. O acesso a estas plataformas substitui a necessidade de um médico? A resposta é não. O trabalho do médico não é substituído, uma vez que continua fundamental a análise do quadro clínico dos pacientes, a conscientização do tratamento a ser seguido e, ainda, a prescrição de medicamentos.

Percebe-se que as plataformas de E-Health servem para facilitar o trabalho diário do médico, provendo informações sobre a saúde do paciente por meio de dispositivos inteligentes conectados às rotinas diárias de cada usuário, como por exemplo os wearables (confira o que são e como vão revolucionar a medicina em nosso próximo post) e até mesmo os celulares.

Embora a integração de informações médicas com as informações pessoais disponibilizadas por pacientes seja o futuro do setor de E-Health, essa tendência ainda se depara com algumas dificuldades como por exemplo as barreiras legais da utilização de informações pessoais para laudos clínicos, dificuldade de acesso e uso de tecnologias por idosos e grupos com menor poder aquisitivo.

Em paralelo, muitos pacientes demonstram-se favoráveis a estas tendências, criando o que chamamos de e-patients. Os e-patients podem ser definidos como pacientes que tem interesse em colaborar e até participam de seu próprio cuidado médico, utilizando a internet e as plataformas de saúde para pesquisar e melhorar a sua saúde, considerando-se parceiros dos médicos no processo de transformação da saúde.

Mas afinal, o que tudo isso muda para os pacientes? A integração na saúde e o acesso de dados individuais dos pacientes por parte dos médicos, personaliza e otimiza o diagnóstico clínico para cada usuário, já que informações que antes dificilmente poderiam ser mensuradas em tempo real, como por exemplo pressão arterial, oxigenação do sangue, tempo de atividades físicas diário, agora são facilmente incorporadas às variáveis utilizadas na avaliação e decisão do tratamento médico de cada paciente.

Diante de todas as dúvidas sobre o futuro dessas transformações no mercado da saúde, tem-se uma certeza; a melhoria da qualidade de vida e da saúde da população mundial!

 

 

Em nossos próximos posts iremos falar um pouco mais sobre o futuro dos dispositivos de captura de informações pessoais, como por exemplo os Wearables!!