Como diagnosticar e quais os tratamentos mais comuns para a Depressão? 🤔

Em nossa primeira mensagem sobre depressão comentamos um pouco mais sobre a doença e como ela afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo 😱 . Pois é, ela é muito comum e existem diversas formas de supera-la 😊.

Além de trazermos algumas informações mais gerais, havíamos prometido enviar mais informações sobre o diagnóstico e tratamentos, você se lembra? Bem, como promessa é dívida, separamos algumas informações sobre o diagnóstico e as principais formas de tratamentos 😎.
Existem tratamentos eficazes para a depressão moderada e grave, porém lembre-se de buscar ajuda de um profissional de saúde para que o diagnóstico e o tratamento prescrito sejam os mais adequados para a sua condição.

Do início insidioso, a depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração. Nos casos mais simples, a pessoa pode curar-se por conta própria em duas a quatro semanas. Passado esse período sem haver melhora, os especialistas recomendam atenção e tratamento, porque a depressão prolongada pode levar a quadros mais perigosos.

No site do Dr. Drauzio Varella encontramos um conteúdo super legal para identificar um possível quadro depressivo e seus sintomas.

Para ajudá-lo nessa identificação, acompanhe o algoritmo abaixo, retirado da quarta edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV):

  1. Durante o último mês, você esteve frequentemente chateado por se sentir deprimido e desesperançado?
  2. Durante o último mês você esteve frequentemente chateado por sentir falta de interesse nas atividades?

Se a resposta foi não a ambas as perguntas, é pouco provável que você tenha depressão. Mas, se uma das respostas foi sim, esteja atento a outros sintomas da doença.

O diagnóstico de depressão requer a presença de cinco ou mais dos seguintes sintomas que incluam obrigatoriamente humor deprimido ou anedônia, durante pelo menos duas semanas, provocando distúrbios e prejuízos na área social, familiar, ocupacional e outros campos da atividade diária.

  1. Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;
  2. Anedônia: interesse ou prazer diminuído para realizar a maioria das atividades;
  3. Alteração de peso: perda ou ganho de peso não intencional;
  4. Distúrbio de sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
  5. Problemas psicomotores: agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias;
  6. Falta de energia: fadiga ou perda de energia, diariamente;
  7. Culpa excessiva: sentimento permanente de culpa e inutilidade;
  8. Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar ou concentrar-se;
  9. Idéias suicidas: pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.

De acordo com o número de itens respondidos afirmativamente, o estado depressivo pode ser classificado em três grupos:

  1. Depressão menor: 2 a 4 sintomas por duas ou mais semanas, incluindo estado deprimido ou anedônia;
  2. Distimia: 3 ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos, no mínimo;
  3. Depressão maior: 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedônia.

Entre os tratamentos mais comuns, os profissionais de saúde podem oferecer tratamentos psicológicos (como ativação comportamental, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal) ou medicação antidepressiva (como inibidores seletivos da recaptação da serotonina e antidepressivos tricíclicos). Lembre-se de sempre consultar seu médico e/ou farmacêutico sobre os possíveis efeitos adversos associados à medicação anti depressiva, a capacidade de fornecer intervenção (em termos de experiência e / ou disponibilidade de tratamento) e preferências individuais. 
Tratamentos psicossociais também são eficazes para depressão leve. Os antidepressivos podem ser uma forma eficaz de tratamento para depressão moderada-grave, mas não são a primeira linha de tratamento para casos de depressão leve.

Em breve iremos te enviar mais informações sobre como prevenir a depressão, fique de olho 😝