Hospital – Em que casos devo ir, mesmo com a COVID-19?

Certamente ninguém gosta de ir ao hospital, não é mesmo? Sabemos que em determinados momentos não podemos escapar dessa “visita”, pois há diversas situações onde tais visitas são necessárias. Por mais que o momento traga certa resistência, fique atento! Qualquer situação que coloque a vida em risco, deve ter uma avaliação médica o mais rápido possível. Chame ajuda, ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, através do número 192 de qualquer telefone ou celular (a ligação é gratuita e funciona 24 horas) ou se possível, procure imediatamente o hospital mais próximo.

Confira a matéria do Ministério da Saúde: “Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).”

Nos últimos meses, temos visto a mídia anunciar o colapso mundial do sistema de saúde em diversos países, assim como temos ficado em casa para evitar que o mesmo aconteça aqui. Isto tudo por conta da pandemia declarada em, 11 de março de 2020, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), causada pelo novo Coronavírus (também conhecido como SARS-CoV-2).

Afinal, quando devo ir ao hospital? Essa deve ser sua pergunta e a de muitas pessoas também.

Certamente, em casos de emergência, isto é, em situações mais graves, pois a pessoa está em risco de morte e, por isso, o tratamento médico deve ser iniciado o mais rápido possível. Mesmo que ainda não tenha um diagnóstico definido.

Todos nós estamos preocupados com o novo Coronavírus, mas é importante que não ignoremos alguns sintomas clássicos de possíveis doenças cardiovasculares, como: infarto, acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Em especial se você já tem alguma outra doença crônica (pré-existente), como: hipertensão, diabetes, colesterol alto, tabagismo, sedentarismo (aproveita para ler: “Exercícios em casa, vencendo a pandemia“), má alimentação e uso de bebidas alcoólicas, você deve tomar mais cuidado.

Afinal as outras doenças, não vão sumir devido a pandemia, não é mesmo? Então, os hospitais estão preparados para continuarem os atendimentos de forma segura.

Vale a pena ler a matéria do The New York Times: “Para onde foram todos os ataques cardíacos?

Sendo assim, independente da pandemia da COVID-19, devemos ficar atentos aos sinais de:
  • Dor ou pressão no peito acompanhada ou não de falta de ar;
  • Suor frio;
  • Pele pegajosa;
  • Desmaio;
  • Perda da consciência;
  • Tontura, falta de equilíbrio ou de coordenação ao andar;
  • Perda de força no rosto, o que pode causar desvio na boca ou no sorriso (fica torto para um lado);
  • Enfraquecimento, adormecimento ou, até mesmo, paralisação de um lado do corpo;
  • Alteração repentina da visão, perda súbita, visão embaçada (ou turva) em especial de um olho, ou visão dupla;
  • Dificuldade para falar ou entender o que os outros estão falando;
  • Dor de cabeça súbita, forte e persistente;
  • Dificuldade para engolir os alimentos.

Ao sentir esses sintomas, não devemos nos automedicar em casa, mas devemos procurar atendimento médico imediato.

Segundo os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS):

  • As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, ou seja, mais pessoas morrem anualmente por essas doenças do que por qualquer outra causa.
  • Estima-se que 17,7 milhões de pessoas morreram por doenças cardiovasculares em 2015, representando 31% de todas as mortes do mundo, sendo que, dentre estas, 7,4 milhões ocorrem devido às doenças cardiovasculares e 6,7 milhões devido a acidentes vasculares cerebrais (AVCs).
Se você sentir qualquer um desses sintomas e tiver medo de ir ao hospital, queremos te pedir uma coisa:
“Vá, com cuidado, mas vá! Siga as orientações do Ministério da Saúde, mas vá!” 💙
Vamos relembrar as orientações do Ministério?
  • Usar máscara ao sair de casa (deve cobrir nariz e boca, jamais toque na parte da frente da máscara, coloque e retire pelos elásticos laterais)
    • Ahh! O uso é individual, então não pode dividir com ninguém, cada um da família tem que ter a sua;
    • Pode ser usada por cerca de 2 horas, depois desse tempo, o ideal é trocar, assim como se ficarem úmidas;
  • Lave as mãos com frequência (Temos um post explicando como deve ser feito, dá uma olhadinha: “Lavagem das mãos, arma de prevenção contra a COVID-19“) ou então, higienize com álcool em gel 70%;
  • Ao tossir ou espirar cubra o nariz e boca com o braço, ao invés de usar as mãos;
  • Não toque os olhos, nariz e boca (se tocar lave imediatamente, como ensinamos);
  • Mantenha uma distância mínima de aproximadamente 2 metros de qualquer pessoa;
  • Não abrace, beije ou toque nas mãos de outra pessoa.
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