Obesidade infantil e os riscos para a vida adulta

Com certeza você já ouviu muita história da vovó e do vovô que começavam assim: “Na minha época…” Ahh! Que delícia ouvir essas histórias, enquanto sentados na mesa da cozinha, comendo bolinho de chuva com um café fresquinho, né? 👵🏻👴🏾❤️ Mas, na época dos nossos avós não se ouvia falar em obesidade infantil, os tempos mudaram e infelizmente a saúde das nossas crianças também.

Você sabia que, segundo o Ministério da Saúde, estudo recente evidenciou que crianças acima do peso possuem 75% mais chance de serem adolescentes obesos, assim como estes têm 89% de chance de serem adultos obesos.

Além disso, pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas e 18,9% dos adultos estão acima do peso.

Confira aqui no blog: “Obesidade: fator de risco para COVID-19” e “Obesidade: saiba como prevenir e tratar

Obesidade infantil X Saúde Física e Mental

Obesidade infantil compromete a saúde das nossas crianças, pois correm risco de desenvolver doenças graves na vida adulta, como por exemplo: comprometimento osteoarticulares, diabetes, dislipidemias (colesterol alto), assim como problemas cardíacos e até mesmo câncer.  

A obesidade infantil afeta não somente a saúde física, como também, a saúde mental, pois crianças e adolescentes obesos podem sofrer com as práticas de bullying.

Enfim, foi-se o tempo em que criança mais gordinha era sinônimo de saúde. Atualmente, a obesidade infantil é preocupação para pais e médicos, pois é, um dos maiores problemas de saúde pública a ser enfrentado. Sendo assim, as recomendações para o manejo do excesso de peso infanto-juvenil baseiam-se no controle do ganho de peso e das comorbidades eventualmente encontradas. Além disso, é importante o apoio na adoção de hábitos mais saudáveis.

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Crianças Brasileiras Menores de 2 anos

Leia também: Alimentação saudável: dicas para comer bem em casa

Prevenção

A luta contra a obesidade infantil não é difícil de ser vencida, mas existem  obstáculos importantes que precisam ser trabalhados na família, incluindo os parentes, como avós, tios, padrinhos; o governo, escolas e também a sociedade, afinal todos precisam ajudar o papai, mamãe e principalmente a criança ou adolescente. Três passos são importantes: alimentação saudável, sendo assim, a diminuição do consumo de alimentos ultraprocessados, aqueles ricos em sal, gorduras e açúcar, além disso, estimular o hábito de ter uma vida mais ativa, bem como menos tempo no uso de telas.

Alimentação saudável

Além de incentivar o aleitamento materno nos primeiros anos de vida, entretanto, sendo exclusivo até os seis meses, vale destacar a importância da comida de verdade ao longo da vida, ou seja, estimular mais frutas e verduras, evitar os alimentos ultraprocessados como, por exemplo, achocolatados, refrigerantes e biscoitos recheados. Muitos alimentos ultraprocessados são vistos como alimentos infantis e saudáveis, sendo frequentemente oferecidos às crianças, mas não se deixe enganar.

Atividade física

Não só correr, pular corda, andar de bicicleta, como também dançar e ajudar nas atividades da casa – a criançada tem bastante energia, então devemos aproveitar.

Menos tempo no uso de telas

Isso mesmo, menos celular, tablet, computador e videogame, a fim de desencorajar a exposição passiva em frente às telas, incentive a leitura e contos de histórias como estratégias dessa interação, opte por brincadeiras, esportes e diversão. Atenção papai e mamãe, que tal estimular brincadeiras como amarelinha e jogos de tabuleiro?

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Como ajudar uma criança ou adolescente acima do peso?

Primeiramente, é fundamental o acompanhamento profissional para realização do diagnóstico de sobrepeso ou obesidade, assim, será possível orientar quanto ao tratamento mais adequado. Os pais e responsáveis devem estar sensibilizados para o problema, no entanto, não deve existir sentimento de culpa nem da criança ou adolescentes, e nem dos pais nesse momento.

Sobretudo, deve-se buscar estratégias efetivas e sustentáveis no âmbito individual, familiar, escolar e social, de forma que a adoção de hábitos de vida mais saudáveis seja facilitado e promovido.

Vamos estimular hábitos saudáveis em nossas crianças, elas merecem uma vida cheia de saúde!
Mudando hábitos, dá para viver mais e melhor 💙

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