Diabetes mellitus: saiba mais e conheça os diferentes tipos

Com certeza você já ouviu falar que existem alguns tipos de diabetes mellitus, mas qual será a diferença entre cada um?

A Sociedade Brasileira de Diabetes, disponibiliza gratuitamente o livro: “Diabetes – O que fazer em situações especiais?” produzido pelo Dr. Walter Minicucci (esta é a 5ª edição, porém o livro já teve mais 60 mil exemplares distribuídos desde que foi lançado).

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Diabetes – O que fazer em situações especiais?

Diabetes mellitus

É causado pela produção insuficiente ou aumento da resistência à insulina (hormônio que tem a função de proporcionar a utilização da glicose açúcar, garantindo energia para o organismo).

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes ATLAS IDF 2019:

  • No mundo, 1 em cada 11 pessoas (entre 20 a 79 anos) têm diabetes mellitus;
  • No Brasil, 1 em cada 9 pessoas (entre 20 a 79 anos) tem diabetes mellitus, assim, somos o país com maior número de pessoas com diabetes na América Latina, sendo 16,8 milhões.
Hiperglicemia e hipoglicemia
  • Hiperglicemia: o aumento da glicemia (quantidade de glicose – açúcar, no sangue), além do mal estar, pode trazer complicações ao organismo a longo prazo atingindo: olhos, coração, artérias, rins, assim como nervos.
  • Hipoglicemia: quando o valor da glicose está baixo, pode evoluir para sonolência, raciocínio lento, confusão, desmaio, sudorese, tremores, convulsões e até mesmo estado de coma.

Você sabia que, em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte? Entretanto, o controle da glicemia, hábitos saudáveis e associação do acompanhamento médico regular (seguindo as orientações e prescrições do seu médico), podem reduzir o risco de possíveis complicações.

Diabetes tipo 1

Doença autoimune, ou seja, o sistema imunológico do corpo ataca e destrói as células que produzem insulina (células beta das ilhotas de Langerhans). Conforme o Ministério da Saúde, esse tipo de diabetes concentra entre 5% e 10% total de pessoas com a patologia.

Aparece geralmente na infância ou adolescência, mas também pode ser diagnosticado em adultos.

Esse tipo de diabetes, ocorre pela falta de produção de insulina, por isso, o tratamento exige o uso diário de insulina injetável e outros medicamentos, conforme tratamento prescrito por seu médico.

Diabetes tipo 2

Assim como no tipo 1, também pode ser diagnosticado em qualquer idade, porém é mais comum em adultos. A causa está diretamente relacionada ao mau hábito alimentar, sobrepeso ou obesidade, sedentarismo, colesterol alto, hipertensão (pressão alta), por isso, é fundamental manter o acompanhamento médico para tratar também essas outras doenças. Todas podem aparecer junto com o diabetes. 

Confira aqui no blog: “Pressão alta: saiba como prevenir e tratar” e “Obesidade: saiba como prevenir e tratar

Ocorre pela menor produção de insulina, pela resistência do organismo à ação dela ou ambos, portanto, pode ser controlado com hábitos alimentares saudáveis e a prática de atividade física mas, dependendo da complexidade do caso, é necessário o uso de insulina e/ou outros medicamentos de acordo com acompanhamento, orientação e prescrição médica.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, aproximadamente 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2.

Diabetes gestacional

Ao longo da gravidez, a mulher passa por mudanças hormonais, para permitir o desenvolvimento do bebê.

Por exemplo: a placenta, é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, consequentemente, o pâncreas aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. Entretanto, em algumas mulheres, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional (surge no período gestacional e normalmente ocorre em mulheres com uma predisposição ao diabetes tipo 2).

Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda dentro do útero, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos podem ser mais traumáticos, o bebê pode ter hipoglicemia neonatal e até mesmo obesidade e diabetes na vida adulta.

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